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Um som inequívoco

Quais são as coisas às quais estamos a responder tão prontamente? Algumas dessas coisas fazem sentido ou não têm sentido, na forma como são acionadas tão profundamente no nosso subconsciente que não temos acesso, a menos que as tragamos à nossa consciência implacavelmente, com grande esforço?

Como o cão de Pavlov, que respondia a um som inequívoco com salivação, estamos também a dar respostas semelhantes sem questionar? Não deveríamos estar a questionar os nossos gatilhos, e portanto, as nossas respostas?

Sons, imagens, estímulos que apelam ás nossas memórias mais remotas e nos mantêm numa prisão viva ao passado.

Não querendo defender que devemos estar em controle e em alerta constante, precisamos ter contacto com o que nos move de forma a sermos mais autênticos de um lugar de consciência.

~~ Ana ~~



An unmistakable sound

What are the things we are so promptly responding to? Are some of these things senseful or senseless, in the way they are triggered so deep in our subconscious that we have no access to, unless we bring them to our consciousness relentlessly, with major effort?

Like Pavlov’s dog, who responded to an unmistakable sound with salivation, are we too, giving similar responses without questioning? Should we not be questioning our triggers thus our responses? Sounds, images, stimuli that appeal to our most remote memories and keep us in an alive prison to the past.

Not wanting to advocate that we must be in control and on constant alert, we need to be in touch with what moves us in order to be more authentic from a place of consciousness.

~~ Ana ~~

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