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Beauty as we think it

They say all that exists, is energy. A leaf, our body, the paper i write in, a light bulb, a companion animal. If this is so, there is no separation, like knots along a rope. The rope is still a rope, with or without the knots along it. Only it took on a different shape.

How do we consider the beauty in this? Our thoughts are formless but we give them form when we believe them. They reflect in our actions. Through thoughts, we create concepts, misconceptions and prejudices. Because of this, we can look at the most beautiful Spider, for instance, and feel unpleasantness. At some point in our lives, someone introduced us to spiders as disturbing. Or frightnening. Or deadly and mean.

Someone introduced us to people, as fat, ugly, skinny, bald, old, and connotations were made. We created ideas about ideals, and the value and true beauty in things, and in people, is lost.

My pledge is that we reconsider not only our perspectives and views, but also the value we atribute to Everything inside and outside of us. OURSELVES, inclusive. And that we, please, allow true beauty to be seen and to shine through.

They say music is the silence between the notes.....SO much beauty in that....




Beleza como a vemos

Dizem que tudo o que existe é energia. Uma folha, o nosso corpo, o papel em que escrevo, uma lâmpada, um animal de companhia. Se for assim, não há separação, como nós ao longo de uma corda. A corda ainda é uma corda, com ou sem os nós ao longo dela. Só que assumiu uma forma diferente.

Como consideramos a beleza disso? Os nossos pensamentos não têm forma, mas damos-lhes forma quando acreditamos neles. Eles reflectem nas nossas ações. Por meio de pensamentos, criamos conceitos, equívocos e preconceitos. Por causa disso, podemos olhar para a mais bela Aranha, por exemplo, e sentirmos-nos desagradados. Em algum momento nas nossas vidas, alguém nos apresentou às aranhas como perturbantes. Ou assustadoras. Ou fatais e cruéis. Alguém nos apresentou às pessoas, como gordas, feias, magras, carecas, velhas, e conotações foram feitas. Criamos ideias sobre ideais, e o valor e a verdadeira beleza das coisas, e das pessoas, perde-se.

O meu apelo é que reconsideremos não apenas as nossas perspectivas e visões, mas também o valor que atribuímos a Tudo dentro e fora de nós. NÓS próprios, inclusive. E que por favor permitamos que a verdadeira beleza seja vista e brilhe.

Dizem que a música são os silêncios entre as notas. Tanta beleza nisso...

~~ Ana~~

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